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CAMPEONATO CARIOCA 2009


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Kleberson diz ter escrito o seu nome na história do Flamengo

Considerado um dos heróis da conquista do tricampeonato do Flamengo, Kleberson, autor de dois gols nos 90 minutos e mais um de pênalti, parecia criança ao término da partida. O meia disse que estava esperando este feito há muito tempo.

- Era tudo o que eu mais queria na minha vida. Cheguei ao Flamengo e consegui fazer história. Cresci no momento certo e pude ajudar os meus companheiros a conquistar este título – afirmou Kleberson.

O meia agradeceu a oportunidade que lhe deram no Flamengo e disse que todo o grupo está de parabéns, segundo ele, pela garra que os jogadores demonstraram em campo durante o Campeonato Carioca.

- Este título será muito comemorado. Estou muito feliz e agradeço aos meus companheiros, que lutaram também para ser o Flamengo ser campeão – vibrou ele.

Sete histórias que se juntam em uma palavra: tricampeão!

Para a famosa foto oficial do título estadual de 2009, 32 jogadores rubro-negros exibirão com orgulho no peito a faixa com os dizeres: “Tricampeão carioca – 07/08/09”, mas a rigor apenas sete atletas têm o direito de bater no peito e gritar para o mundo tal conquista. Presentes nas três campanhas vitoriosas, Bruno, Diego, Léo Moura, Ronaldo Angelim, Juan, Toró e Obina são os que podemos chamar de tricampeões legítimos.

Com trajetórias distintas, o grupo deixou sua marca no quinto tricampeonato do Flamengo. Na lista há heróis, coadjuvantes e figurantes nas conquistas, todos agora com os nomes gravados na história do clube da Gávea.

Entre os que serão facilmente lembrados estão Bruno e Obina, responsáveis diretos pelos títulos de 2007 e 2008. Se na primeira conquista da série o goleiro defendeu os pênaltis de Lucio Flavio e Juninho após dois empates por 2 a 2 contra o Botafogo, o Anjo Negro aniquilou o mesmo rival com três gols nas partidas finais no ano seguinte (assista ao vídeo abaixo e relembre).

Protagonistas pelo conjunto da obra, Léo Moura e Juan também tiveram seus momentos de glória em finais. Em 2007, o lateral-direito foi responsável pelo pênalti que decidiu a competição. Já o camisa 6 aprontou das suas com assistências em todas as finais.

Com seu estilo nordestino e guerreiro, Ronaldo Angelim exerceu bem o papel de coadjuvante. Reserva no início de 2007, desbancou os irregulares Moisés e Irineu e encontrou em Fábio Luciano, na temporada seguinte, o parceiro ideal para alça-lo ao posto de ídolo.

Menos aproveitados, Diego e Toró alternaram bons e maus momentos na trilogia, mas não deixaram de dar conta do recado em situações importantes. O goleiro segurou a pressão na ausência de Bruno na semifinal da Taça Rio de 2009, contra o Fluminense, enquanto o volante caiu nas graças da galera e de Joel Santana pelo fôlego incansável sempre que necessário.

O tempo de casa, porém, não faz os tricampeões legítimos buscarem privilégios em relação aos demais e o lateral-esquerdo Juan dá o tom do clima após a conquista.

- Todos aqui têm a mesma importância e valor.


Fonte: Globo Esporte



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